Nova temporada: "Superstar" volta repetindo os mesmos erros


Cercada de muita expectativa, a estreia do "Superstar", na Globo, no último domingo (12), foi uma das grandes decepções de 2015. Formato original, criado em Israel, o programa oferece ao público o poder de escolher ou rejeitar os músicos candidatos, por meio de um aplicativo, numa votação em tempo real.

No entanto, a frustração com o aplicativo, rolou logo no começo da nova temporada - falhou na estreia do ano passado também.



Um número grande de espectadores manifestou, por meio das redes sociais, dificuldades para votar.

Já o júri do programa, um dos pontos mais fracos em 2014, foi inteiramente trocado. Saíram Ivete Sangalo, Fabio Jr. e Dinho Ouro Preto, entraram Sandy, Thiaguinho e Paulo Ricardo.






O novo time chamou pouca atenção. O líder do RPM, resolveu ser "professor" durante o programa. Ele não resistiu a dar uma bronca no "pessoal de casa" que rejeitou um grupo que ele considerou bom. O comentário foi rapidamente cortado pela apresentadora Fernanda Lima. Afinal, pega mal criticar o público de um programa cujo maior atrativo é o voto de quem está em casa.

Apesar do comentário do cantor, por outro lado, uma regra nova, limitando em cinco o número de bandas classificadas por programa, teve o efeito justamente de colocar rédeas na escolha do público. Agora, mesmo que os espectadores aprovem todas as bandas com seus votos, só as cinco mais votadas avançam.

A mudança corrige um problema ocorrido na primeira temporada, quando um número excessivo de candidatos foi aprovado já na estreia, atrapalhando o ritmo do programa ao longo das outras semanas. Agora, as bandas aprovadas, mas não classificadas entre as cinco primeiras, vão para uma repescagem. Ou seja, quem vota em casa, tem poder, mas nem tanto.

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