Katy Perry e Max Martin infringiram direitos autorais em “Dark Horse”, diz justiça


Deu ruim! 


A justiça de Los Angeles decidiu que Katy Perry e o compositor Max Martin, infringiram direitos autorais em “Dark Horse”. O veredito foi dado após dias de deliberação.

O acusador Marcus Gray, representando o grupo Flame, apontou uma suposta cópia um riff de 16 segundos que eles tinham gravado para a música “Joyful Noise”, um rap cristão. O resultado? De acordo com os juízes, as semelhanças são o suficientes para que leis de direitos autorais tenham sido infringidas.

A história está rendendo. Os advogados de Perry argumentaram que os criadores da música, incluindo o produtor Dr. Luke, não ouviram falar de “Joyful Noise” e não ouvem o rap cristão. Eles também argumentaram que os elementos são tão básicos que deveriam estar disponíveis para qualquer um.

“Eles estão tentando criar blocos básicos de música, o alfabeto musical que deveria estar disponível para todos”, disse Christine Lepera, advogada da cantora Katy Perry, aos jurados, de acordo com a imprensa americana.

A pena, que deve ser uma salgada multa, ainda não foi divulgada. Vale lembrar que “Dark Horse” foi single do álbum “Prism”, de 2013, ficando em primeiro lugar por várias semanas nos Estados Unidos. 

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